quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

CLORETO DE MAGNÉSIO PARA ANIMAIS

Você conhece esse remédio maravilhoso, simples, não tóxico e barato? Ele permite que você cure a você mesmo e a seus animais por alguns poucos reais, mesmo quando os antibióticos parecem não resolver. Trata-se de um remédio muito fácil de encontrar, é vendido sem receita, em qualquer farmácia.


Resultados rápidos

Pouco ou mal conhecido, (diria mesmo desconhecido, ) o cloreto de magnésio normalmente permite obter resultados rápidos e espetaculares, inclusive em alguns casos de patologias graves ou agudas, e em um bom número de doenças infecciosas.
O Professor Delbet considera-o um dos melhores agentes profiláticos do câncer. Daí seu imenso interesse, inclusive para os animais. Ele pode prestar imensos serviços tanto nos pequenos males, quanto nos casos mais sérios que atingem esses nossos amigos
É também um remédio preventivo de múltiplas virtudes, cujo único inconveniente é... seu gosto detestável! Entretanto, nunca tive dificuldades para ministrá-lo a meus animais: passada a primeira (e desagradável) surpresa, eles constatam sua eficácia e compreendem que têm todo o interesse em tomá-lo. Nisso eles são muito mais sábios que a maioria de nós...
No uso veterinário, o método citofilático ("que protege as células"), o cloreto de magnésio oferece múltiplas possibilidades.
Nos meus amigos de patas (quatro ou duas), os resultados sempre foram excelentes: do hamster ao nosso cão, todo mundo toma, ao menor sinal de alarme. Em geral nós acrescentamos regularmente um pouco em sua comida, de acordo com seu peso, para prevenir eventuais doenças. Funciona!
A maioria de meus pequenos companheiros foram resgatados de um fim prematuro e chegaram à nossa casa em desespero de causa (mas em geral se restabeleceram) . Nesses casos, começamos por lhes ministrar uma cura de cloreto de magnésio em boa dose (não importa se ocorrerem alguns estragos nos dois primeiros dias); o bom resultado não se faz por esperar...
Alguns animais precisam ser "persuadidos" a engolir essa mistura, mas sempre conseguimos, mesmo com animais que não nos conhecem.Modo de usar
Fácil de preparar, simples de tomar, barato, esse remédio pode evitar os problemas mais graves. Assim, um gato em contato com outro que tenha Leucopenia - essa doença terrível similar à leucemia, que dizima a população felina - poderá facilmente estar protegido de eventual contaminação, se consumir diariamente na sua comida um pouco de cloreto de magnésio.
Importante saber que esse produto tem efeito ligeiramente laxativo. Se você lhe ministrar demais, pode acontecer um pequeno acidente; mas em geral seu animal não terá dificuldade de reter; não interrompa o tratamento por causa disso. Considere como normal e de bom augúrio as fezes moles de seu gato ou cão no início do tratamento; logo as coisas se regularizarão sozinhas.

Preparação

Nada mais simples. Você encontrará o cloreto de magnésio em sachês de 20 gramas ( no Brasil, em média 33 gramas).Diluir o conteúdo de um sachê em um litro de água pouco mineralizada, e está pronta a solução para ser utilizada. Ela se conserva muito bem, mesmo sem geladeira. Melhor ter sempre alguns sachês à mão, para evitar atravessar a cidade domingo à noite procurando uma farmácia aberta.

USO INTERNO

Ministrar uma dose da solução (de acordo com o peso do animal) de uma a seis vezes ao dia, de acordo com o caso (ver adiante). Pode-se ministrar a solução diretamente ou misturar na comida ou bebida.


1 - se desejamos apenas um efeito preventivo (fadiga, epidemia ou outro) geralmente é suficiente tomar uma dose pela manhã ou à noite durante alguns dias.


2 - Em caso de doença aguda (febre, todas as infecções,) é aconselhável começar por duas ou três doses com 3 horas de intervalo; depois uma dose a cada 6 horas durante 48 horas; em seguida a cada 12 horas (de acordo com o estado do animal). Finalmente, apenas uma dose ao deitar durante uma semana, para restaurar a imunidade.


3 - Em casos de distúrbios benignos sem febre, podemos nos contentar com uma dose, uma ou duas vezes ao dia. Sempre prosseguir alguns dias após o desaparecimento dos sintomas.Como poderá constatar, esse tratamento é simples, pode ser levado sem problemas em viagens, porém muito eficaz. Ele combina muito bem com tratamento homeopático ou outro, se necessário.


GATOS


Nossos queridos são delicados; nem pense em misturar uma colher de café da solução no seu patê, mesmo naquele seu preferido: eles vão amarrar a cara com um "snif" desdenhoso e preferirão se abster de comer, a cometer tal indignidade.


Em caso de doença, o método forte se impõe: a seringa! Use uma seringa hipodérmica.


Segure seu gato pela pele do pescoço, levante-o ligeiramente ou mantenha-o firmemente imobilizado( depende do gato) e injete rapidamente o medicamento na sua garganta, pelo canto da boca.


Lembre-se de mantê-lo ainda alguns instantes seguro até perceber que ele engoliu.


Nos casos de gatos que se oponham vigorosamente a qualquer ação deste gênero, melhor fazer o procedimento em duas pessoas: envolva o gato numa coberta ou uma toalha de banho grande, enrole várias vezes para não ser arranhado, mantenha-o apertado, deixando de fora apenas a cabeça, que a segunda pessoa vai segurar com uma mão e introduzir o medicamento com a outra.


Posologia


Gato filhote: (10 cc ou respeitando o ritmo (uma a seis vezes por dia)


Gato adulto: 20 cc à uma colher de café por dose.


DOENÇA DOS GATOS JOVENS: TIFO (LEUCOPENIA)


Por ser um vírus muito contagioso, é a doença mais mortal nos felinos não vacinados (e mesmo entre os vacinados). O método citofilático traz excelentes resultados, mesmo que aplicado tardiamente. Porém, evidentemente melhor os tratar desde os primeiros sintomas.

Uma ou duas colheres de café da solução cada 2 ou 3 horas no primeiro dia, depois 2 ou 3 vezes por dia conforme for melhorando, até o restabelecimento definitivo.

GASTRO-ENTERITE INFECCIOSA


Também nessa doença o cloreto de magnésio faz maravilhas quando ministrado uma colher de café (duas, se o tratamento vier tardiamente) a cada 3 horas até a melhora dos sintomas; depois apenas uma colher de café 2 ou 3 vezes por dia até o completo retorno à normalidade.Todas as outras doenças podem ser tratadas da mesma forma.

CAVALOS


O tratamento pelo cloreto de magnésio mostra-se muito eficaz e barato.

Gurma(usagre) ,estado febril, febre tifóide,... não há doença infecciosa que resista a este tratamento tão simples.

Existem três métodos:


- se seu amigo aceita o remédio: injetar em sua boca com uma grande seringa um litro ou mais da solução.- se ele não aceita, será necessário mantê-lo afastado de seu bebedouro habitual e fazê-lo beber a solução em um balde.- outra possibilidade: misturar a solução no trigo.


Posologia


Potro: meio litro da solução 2 vezes ao dia ( ou mais , se necessário)


Até 500 kilos: 1 litro cada 6 horas durante quatro dias, depois cada 8 horas até o restabelecimento definitivo.


Mais de 500 kilos: 1 litro e meio da solução, como indicado acima.Em casos muito graves, iniciar com duas doses a cada duas ou três horas. 


Em todos os casos, respeitar os ritmos indicados.

Podemos aumentar ou diminuir a quantidade em função das reações do animal; os cavalos em geral reagem muito bem ao tratamento.

Uso externo


Em uso externo a solução de cloreto de magnésio também lhes trará muitos benefícios: banhos para os pés, lavagem de feridas e lesões, compressas, etc. É um bom complemento ao tratamento com argila. 

Pode-se preparar a pasta de argila usando a solução de cloreto de magnésio no lugar da água.

Nota: este tipo de tratamento se aplica também aos bovinos.


O Doutor Neveu trata também com sucesso a febre aftosa, o aborto, a dificuldade de parir, a mastite, o fleumão, as corizas e bronquites verminosas.. .


Mesmas posologias.


CÃES


Em geral é suficiente adicionar ao seu patê ou latinha a dose necessária: ele engolirá tudo gulosamente. Se ele estiver muito doente e se recusar a se alimentar, use o sistema da seringa hipodérmica (sem a agulha, evidentemente! ) e injete o líquido em sua garganta pela comisura dos lábios.


Posologia


CÃO PEQUENO PORTE OU FILHOTE: uma colher de café ou de sopa uma a várias vezes ao dia, de acordo com seu tamanho e com a gravidade do caso. 

CÃO PORTE MÉDIO: um copo (125cc) uma a várias vezes ao dia

CÃO PORTE GRANDE: um copo e meio (180cc) uma a várias vezes ao dia.


DOENÇA DO QUADRADO (CARRÉ) (CINOMOSE)


Essa doença equivale à poliomielite humana e se cura com o mesmo método. O cloreto de magnésio cura imediatamente a forma óculo-nasal, cura rapidamente as formas digestivas e respiratórias.

Ele cura também a forma nervosa, paralisante, desde que a paralisia não exceda ainda 8 dias. Minha experiência comprovou que, mesmo nesses casos, é possível obter a cura, e, em todos os casos, ocorre uma visível melhora no estado do animal.
Ministrar a solução cada 6 horas durante quatro dias, depois cada 8 horas até o restabelecimento total.
Em casos muito graves, iniciar por duas doses a cada 2 ou 3 horas.
Em casos de urgência, peça ao seu veterinário as injeções intravenosas de cloreto de magnésio Cloreto de magnésio injetável, comercializado em farmácias (laboratório Meram): elas podem salvar a vida do animal. 
N.B. as ampolas contém 5 g de cloreto de magnésio por 20 ml de soro fisiológico: 1/2 ampola é suficiente para um cão de grande porte, ¼ de ampola para um de pequeno porte. Esta fórmula galênica só se utiliza em situação de grande urgência, como por exemplo em casos declarados de tétano, leucemia aguda, hepatite viral, parvovirose. .. 
A injeção deve ser aplicada por via intravenosa lenta (20 minutos).

PIROPLASMOSE 


A cura é rápida: ministrar uma dose da solução pela manhã e à noite durante 2 ou 3 dias.


GASTRO-ENTERITE


Ministrar a solução pela manhã, meio dia e noite, durante 5 dias.


PICADA DE COBRA


Saiba que, nesses caso em particular, o cloreto de magnésio pode salvar seu animal e você: em geral apenas uma dose é suficiente!


PORQUINHO DA INDIA, COELHO ANÃO


É muito fácil faze-los tomar a solução com um conta-gotas. Uma dezena de gotas são suficientes, de uma a seis vezes por dia. Em casos de infecção grave, não hesite em ministrar uma colher de café duas ou três vezes por dia: não há risco algum de super-dosagem! Como ação preventiva, podemos também banhar os grãos que eles comem com algumas gotas, adicionadas de uma preparação de vitamina C.

Em casos de problemas de pele (sobretudo para coelho anão) ou de conjuntivite, o cloreto de magnésio (assim como a argila) é muito eficaz quando aplicado localmente.

GALOS, GALINHAS, PATOS, POMBOS, ROLINHAS, etc.


É muito fácil tratar nossos amigos de penas dessa maneira, porém o mais simples é evitar que eles fiquem doentes, tendo o hábito de misturar o cloreto de magnésio à sua comida. Esta precaução é ainda mais importante se você consome seus ovos.

Preventivamente: uma dose adaptada ao peso do animal no bebedouro (e também na argila) ou, para maior eficácia, misturada à sua comida.
Curativamente: Trate separadamente o animal doente ministrando- lhe diretamente no bico a dose necessária, ou substitua a água dele pela solução magnesiana.

Difteria aviária, cólera aviária, febre aviária, peste aviária: 


Uma dose da solução a cada 3 horas (somente durante o dia) até o restabelecimento da saúde.


Pneumonia contagiosa dos frangos:


Uma dose da solução a cada duas horas durante o dia até o restabelecimento da saúde.


Diarréia branca, etc.:


Substituir a água do bebedouro pela solução de cloreto de magnésio.


Pevide (Pépie): 


Uma vez retirada a enduração córnea da língua, ministrar imediatamente duas colheres de café da solução: sua galinha voltará imediatamente a comer.


Posologia média geral


galinha, galo: uma ou duas colheres de café (dependendo do tamanho da ave)


Pato: uma ou duas colheres de sopa


Pombo, Rolinha: meia colherinha de café.


HAMSTER


Três a quatro gotas serão suficientes, ministradas com conta-gotas ou misturadas à sua água de beber. Em casos de problemas de pele, podemos também lavar a mesma com um pouco da solução.


PÁSSAROS


O tratamento citofilático é um grande recurso na prevenção de doenças. Faça um tratamento de duas ou três semanas nas mudanças de estação ou quando ele lhe parecer doente. De acordo com o tamanho, adicione a dose da solução de cloreto de magnésio diluída em sua água de beber: eles aceitam muito bem. Vigie seus excrementos e diminua a dose em caso de diarréia.


Posologia


Pássaros pequenos (canários, etc.): meia colherinha de café da solução no seu bebedouro cheio de água (podemos acrescentar vitaminas ao mesmo tempo). Para os pequenos passarinhos e as raças muito pequenas, algumas gotas serão suficientes.


Rolinhas, mainás


Uma colher de café da solução para um bebedouro cheio de água.


Papagaios: uma colher de sopa da solução para um bebedouro cheio de água.


PEIXES


Adicione algumas (poucas) gotas de cloreto de magnésio na água do aquário: só poderá lhes fazer bem. Atenção à dose, principalmente para os peixes de água doce. Seja muito moderado!


USO EXTERNO


Utilize o cloreto de magnésio para tratar todos os ferimentos ou lesões possíveis. A solução não arde e seu animal guardará uma boa lembrança para a próxima vez. Pense também em pomadas à base de cloreto de sódio.


CHAGAS, FERIMENTOS DIVERSOS, MORDEDURAS


Lave bem o ferimento com a solução de cloreto de magnésio sem adicionar nenhum outro produto. Se o ferimento parecer infeccionado: aplicar uma compressa embebida na solução e mantê-la no local, se possível, com uma bandagem. Se não for possível, tente deixa-la sobre o ferimento ao menos alguns minutos: o tempo de fazer-lhe um bom carinho.

Em alguns casos pode ser mais fácil e eficaz para banhar um membro (a perna de um cavalo, uma pata) utilizar uma bacia cheia da solução normal a 20 ou 33 gramas por litro de cloreto de magnésio - à qual você poderá adicionar argila (nesse caso melhor fazer o tratamento do lado de fora, se possível, em consideração aos seus tapetes!) Alguns minutos serão suficientes.

Repetir o procedimento quantas vezes for necessário.


Ao mesmo tempo que a aplicação externa, é muito útil ministrar também o cloreto de magnésio por via interna, a dose da manhã e da noite, até o completo restabelecimento.

Em caso de infecção, temperatura elevada: siga a posologia habitual ministrando a solução em intervalos regulares várias vezes ao dia.

Eczema, sarna, alopecia e outros problemas de pele


Banhar generosamente a pelagem duas a três vezes ao dia, fazendo a solução penetrar até a pele. Cuidado no inverno para que o animal não sinta frio. Acrescente um pouco de cloreto de magnésio à sua alimentação cotidiana para manter as defesas imunológicas, adicione também (levedo de cerveja e óleo de germe de trigo (vitamina E).


QUEIMADURAS


Aplique uma compressa de gaze embebida de cloreto de magnésio. Deixe-a no local afetado, molhando suavemente com a solução várias vezes ao dia. Pode-se alternar esse tratamento com aplicações de lama argilosa.

Todos os animais podem se beneficiar do método citofilático, associado ou não a outros tratamentos. Inspirando-se nos conselhos aqui descritos e com um pouco de prática, você estabelecerá facilmente o melhor programa de tratamento.

OBS: Guardar a solução em vasilhame de vidro, de preferência escuro e na geladeira.


FONTE: Autora: Marie-France Muller - doutora em psicologia e naturopatia
Capítulo 5 - págs 38 a 55 do livro Medicamentos suaves para animais para melhor curá-los e amá-los.
Editor - Jouvence Editions - France
Tradução livre: NINA ROSA JACOB
Para receber este informativo, escreva para institutoninarosasubscribe@yahoogrupos. com.br.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

ALERGIA EM GATOS

Gatos podem sofrer de vários tipos de alergias. Um gato alérgico, geralmente possui mais de uma alergia. 15% de todos os gatos nos EUA sofrem de uma ou mais alergias.
As alergias dos gatos possuem causas semelhantes as causas de alergias humanas. 

Alergia respiratória

  • É causada por partículas em suspensão, como pólen, que irrita as vias aéreas e os pulmões.
  • Também podem ter como causa: fumaça, fumaça de cigarro, purificadores de ambiente em aerosol, perfumes. 
  • Podem causar descamação, pústulas, ou áreas ulceradas na pele, associadas aos sintomas asmáticos.
  • O teste para alergia respiratória é feito com Teste Intradérmico.
  • Também se faz uso de biópsia, em casos mais difíceis.
  • O Tratamento se faz com antihistamínicos e os casos mais severos com corticosteróides, que pode ter efeitos colaterais.


Alergia de contato

  • Se manifestam quando o gato tem contato prolongado com alguma susbstancia que não tolera. Como por exemplo:
  • Plantas, especialmente as de folhas oleosas, Limpa-tapete, madeira, poeira doméstica, jornais, carpetes, comedouros plásticos (acne felina), lã, alguns tecidos sintéticos, entre outros.
  • Sinais de contato com alérgeno: Dermatite, mudanças de pigmentação ou erupções na pele. Ocorrência mais comum no queixo, orelhas, dobras de pele, abdomen, sob as unhas, axilas e ao redor do ânus.





Alergias à drogas e medicamentos

  • Alguns gatos reagem mal a certas drogas como antibióticos e anestesia.
  • Medicamentos que podem causar erupções de pele: penicilina, tetraciclina, neomicina, vacina para panleucopenia.
  • Cada droga causa sintomas diferentes, e os sintomas diferem de gato para gato. Não há como predizer como um gato reagirá.
  • Antihistamínicos ou corticosteróides são usados para eliminação dos sintomas de alergia, após a parada do uso da droga.

Alergia à pulgas

  • A mais comum. Conforme o gato envelhece, a sua sensibilidade à picada de pulga aumenta.


Alergia à comida

  • Entre 5 e 10% das causas de alergias.. 
  • Assim como as alergias por contato, a alergia à comida se manifesta como dermatite e intensa coceira, mas em alguns casos pode ocorrer vômito e diarréia. 
  • Também pode apresentar oleosidade excessiva na pele, inflamação de ouvido ou queda de pêlo.
  • Gatos tem alergia alimentar, não tanto com relação as substâncias químicas preservativas, mas aos grãos, carne e laticínios usados na sua fabricação. 
  • A alergia à comida não aparece do dia para a noite. Pode levar de 1 a 10 anos de exposicão para ocorrer. Mais de 80% dos gatos com alergia alimentar ingeriu o alérgeno por mais de 2 anos.
  • Teste para alergia alimentar deve ser feito em gatos com qualquer sinal crônico de alergia, incluindo a Dermatite Miliar e Complexo Granuloma Eosinofílico. O teste é feito simplesmente oferecendo uma única fonte de proteína que o gato ainda não tenha comido antes.  Após 8 semanas já se pode dizer se o animal é ou não alérgico.
Complexo Granuloma Eosinofílico

  • O complexo granuloma eosinofílico é uma síndrome de 3 padrões de reação cutânea que acometem a pele, as junções mucocutâneas e a cavidade bucal dos gatos.As lesões ocorrem em resposta a uma alergia subjacente (mosquitos, ectoparasitas, alimentos, atopia) ou outros fatores imunomediados; acredita-se que bactérias, vírus, fatores genéticos e estresse desempenhem algum papel em certos casos. São observadas 3 formas distintas dessa síndrome: granuloma linear (colagenolítico), placa eosinofílica e úlcera indolente. Embora cada padrão de reação tenha diferenciações histológicas, pode ocorrer superposição entre padrões e alguns gatos podem apresentar-se com mais de uma forma. Por essa razão as 3 formas são agrupadas em um complexo. Não foi observada predisposição racial para qualquer das formas. Granuloma linear é mais comum em gatas jovens. Ùlceras indolentes são mais comuns em gatas de todas as idades. Os diagnósticos diferenciais primários para granuloma linear são granulomas bacterianos ou fúngicos, hipersensibilidades a insetos e neoplasia. Os diagnósticos diferenciais para placa eosinofílica são micoses sistêmicas, infecção por mycobacterium, demodicose, dermatose ulcerativa idiopática e neoplasia. Para a forma de úlcera indolente, devemos considerar como diagnósticos diferenciais herpesvirus, calicivírus, micoses sistêmicas, úlceras infecciosas, neoplasia e traumatismo.
  • Clinicamente a placa eosinofílica se apresenta como áreas elevadas e bem demarcadas de alopecia e ulceração, comumente na parte ventral do abdome e partes mediais das coxas. Já as úlceras indolentes são lesões circunscritas que ocorrem uni ou bilateralmente no lábio superior. E o granuloma linear se apresenta tipicamente como faixa de tecido alopécica e bem circunscrita, na parte caudal das coxas. Lesões relacionadas também podem ocorrer nos coxins podais, na laringe e na língua. Alguns gatos apresentam tumefação da parte inferior do queixo ou lábio. Frequentemente está presente linfadenopatia, e o prurido é variável.
  • A terapêutica envolve identificação da causa subjacente, uso de antibióticos, corticosteróides (é a mais utilizada)e em alguns casos, agentes imunomoduladores, suplementação com ácidos graxos e nos casos resistentes a corticosteróides a ciclosporina A. Pode ocorrer a cura espontânea das lesões em animais jovens e em casos de tratamento prolongado com corticosteróides pode-se provocar o aparecimento de diabetes melito. O prognóstico é bom, porém pode ocorrer recidiva caso não se consiga identificar a causa subjacente.

Dermatite Miliar

  • É caracterizada por pequenas lesões descamativas, pruriginosas e agrupadas, geralmente ao redor do pescoço. Pode ocorrer por micose, alergia à pulga, alergia alimentar, leucemia felina, doenças imuno-mediadas, entre outras. A causa mais comum dessa dermatite é a alergia à pulgas.
Dermatite Úmida

  • Ocorre quando uma área de tecido foi lesionada por prurido excessivo. Qualquer condição que cause prurido no animal, pode levar a uma dermatite úmida. Ela ocorre rapidamente e se expande para uma grande área de tecido. Pode ocorrer pioderma, que é a inflamação da pele.
  • As partes mais acometidas são os posteriores e os lados da cabeça.
  • Ela é muito dolorosa e requer tratamento imediato para evitar maiores complicações.


Vacinação em cães/Tabela

Vacina V8 e V10 - Protegem contra: Cinomose: doença causada por um vírus que é transmitido de um animal a outro através de secreções e fezes. Os sintomas são variados, podendo apresentar sinais respiratórios, digestivos e neurológicos. Os vírus permanecem por meses no ambiente. Infectam 50% dos cães não vacinados e possui alta taxa de mortalidade (90%). É uma das doenças mais graves aos cães e mais desagradáveis aos proprietários e aos M. veterinários, por existir poucas chances de cura e ser altamente contagiosa. Por outro lado, as vacinas são muito eficazes quando aplicadas no momento certo;
Hepatite Infecciosa Canina: doença causada pelo vírus adenovírus tipo 1 que causa lesões hepáticas (fígado) e endoteliais (intestino) generalizadas;
Adenovirus tipo 2: doença respiratória que pode resultar em pneumonia e broncopneumonia;
Parainfluenza: doença do trato respiratório superior que provoca secreção nasal, tosse e espirros;
Parvovirose: doença que afeta sistema digestivo, caracterizada por vômitos e diarréia geralmente hemorrágica. Afeta os cães de qualquer idade, porém com maior frequência e mortalidade em filhotes. Além dos sinais digestivos, também pode causar deficiência aguda do coração. As raças puras são mais susceptíveis e os filhotes mais vulneráveis, principalmente Rottweiller, Pit Bull, Pastor Alemão e outros;
Coronavirose: doença também de sistema digestivo, afetando cães de qualquer idade. Altamente contagiosa, sendo o vírus transmitido através do contato direto com as fezes infecciosas. Provoca diarréia com sangue e vomito;
Leptospirose L.canicola e L.icterohaemorrhagiae (v8) L. canicola, L.icterohaemorrhagiae, L.grippotyphosa e L.pomona (v10). É uma doença causada por bactérias, possuem varias cepas de acordo com algumas regiões mundiais. Ocorre em cães de todas as idades, com vários sinais clínicos e problemas renais. O rato é um vetor, eliminando as bactérias através da urina. A bactéria penetra na pele íntegra. Possui grande importância em saúde pública por ser transmitida a humanos (zoonose).
Vacina Anti-rábica: Previne o vírus da raiva e a primeira dose deverá ser aplicada a partir do quarto mês de vida e a revacinação deve ser anual ou seguindo as recomendações dos órgãos responsáveis em cada região. A Raiva é uma doença viral com sintomas neurológicos que acomete todos os mamíferos. É transmitida pela saliva de cães contaminados e pela mordida do morcego hematófago. Não há cura e é de grande importância em saúde pública por ser transmitida a humanos. O agravante deve-se ao grande número de animais soltos nas ruas.
Vacina Giardiavax: Protege os cães contra o protozoário Giárdia. Deve ser aplicada a partir do 2o mês de vida e deverá ter um reforço após 21 dias e anualmente. Pode ser aplicada junto à V8 ou V10. A giárdia é uma doença causada pelo protozoário Giardia lamblia que causa a síndrome da má-absorção e má-digestão, levando à desidratação, diarréia, perda de peso, dor abdominal, flatulência, perda de apetite, vômitos e letargia. É transmitida através da água, alimentos e pêlos de outros animais. É importante em saúde pública por ser transmitidas a humanos (zoonose).
Vacina Pneumodog ou Bronchiguard: Contra infecções respiratórias Traqueobronquite Infecciosa Canina: Também chamada de "tosse dos canis", é uma doença que acomete o sistema respiratório dos cães causado pela bactéria Bordetella bronchiseptica.Devem ser aplicadas duas doses com intervalo de 21 dias. Pode ser aplicada junto à primeira dose de V8 ou V10 e a revacinação deve ser anual.
Vacina Biocan: Protege os animais contra a dermatofitose, também conhecida como "tinha", causada pelo agente microsporum canis um fungo que é transmitido entre animais e humanos (zoonose).
Vacina Leishmaniose: Protege contra um protozoário que é transmitido aos animais e ao homem (zoonose) através da picada de um mosquito (mosquito palha) que esta disseminado em algumas regiões do mundo, inclusive no Brasil. É também conhecida como calazar. Tem uma grande importância em saúde publica, por ser transmitida aos humanos e principalmente porque os cães infectados tornam-se reservatórios, sendo fonte de contaminação a toda a família quando o mosquito que picar o animal doente picar uma pessoa. As vacinas ainda estão sendo difundidas aos poucos, em algumas regiões mais endêmicas

Calendário de Vacinação para cães (clique para ampliar):


Vacinação em gatos






















A vacinação do gatinho(a) deverá ser inicializada aos 60 dias de vida, salvo algumas exceções estabelecidas pelo Médico Veterinário, como desmame precoce, mãe com ausência de vacinação, entre outros, o qual podemos antecipar a vacinação. O filhote deverá estar saudável para o inicio da formação de anticorpos (primeira vacina) e esta avaliação deverá ser feita somente pelo médico veterinário. Vale lembrar que as vacinas éticas, ou seja, aplicadas pelo veterinário são vacinas de melhor qualidade, sendo tomadas todas as precauções de conservação, transporte e armazenamento, desde a produção até o momento da aplicação, além dos estudos constantes feitos por pesquisadores no intuito de atualizar com freqüência os antígenos vacinais. Além destes detalhes seu animalzinho será atendido por um profissional que o examinará e passará o melhor esquema de vacinação para que seu gatinho(a), viva saudável e por muito tempo. Se seu gatinho já é adulto, ele precisa de vacina mesmo assim, converse com o veterinário e ele te orientará. Lembre-se: Gatos também devem ser vacinados.
Escolha das vacinas: Após concluir que as vacinas éticas, ou seja, aquelas que são aplicadas e acompanhadas pelo M. veterinário, são as que conferem melhor proteção aos animais, e, portanto são as de melhor qualidade, resta escolher o melhor esquema de vacinação.
Vacina V3: Protege contra: rinotraqueíte, calicivirose e panleucopenia. O filhote deve receber essa vacina com 60 dias de vida, com revacinações a cada 21 dias até completar 3(três) doses, seguindo de uma revacinação anual.
Vacina V4: A mesma proteção da V3 adicionada de clamidiose. A primeira dose e as revacinações devem ser seguidas conforme a V3.
Vacina V5: A mesma proteção da V4 adicionada do vírus da leucemia felina. Esta vacinação é bem recomendada para gatos (as), que saem à rua, o que facilita o contato com gatos doentes, e a infecção pelo vírus. Recomenda esta vacinação em substituição a terceira V3 ou V4, ou como uma quarta vacina, seguida de uma revacinação anual.
Vacina anti-rábica: Previne o vírus da raiva e a primeira dose deverá ser aplicada a partir do quarto mês de vida e a revacinação deve ser anual ou seguindo as recomendações dos órgãos responsáveis em cada região.
Vacina para dermatofitose: Previne ou trata os fungos Microsporum canis, microsporum gypseum e trichophyton mentagrophytes. Para prevenção, recomenda-se 2 doses, com intervalo de 14 dias, seguido de uma revacinação anual. O animal poderá tomar esta vacina a partir do 3o(terceiro) mês de vida, e esta não poderá ser acompanhada de outra vacina ao mesmo tempo.

Doenças que as vacinas protegem

Rinotraqueíte viral felina: é causada por um herpesvírus, altamente contagioso, sendo responsável por 45% das infecções respiratórias felinas, os principais sintomas são espirros, febre, conjuntivite, rinite e salivação. O gatinho pode apresentar uma descarga nasal inicialmente serosa, que progride rapidamente em mucopurulenta, apresenta anorexia (falta de apetite), e possui uma taxa de mortalidade de 60% em filhotes.
Calicivirose felina: é responsável por outros 45% das infecções respiratórias em felinos, podendo ser encontradas infecções mistas, de calicivirose e rinotraqueíte, agravando ainda mais a doença. O calicivirus infecta as membranas das mucosas oral e do trato respiratório, tendo como sintoma característico a formação de úlceras na cavidade oral. Os outros sinais clínicos desta doença se assemelham aos da rinotraqueíte. A infecção pelo calicivírus pode potencializar outros agentes causadores de pneumonias, sendo fatal em alguns casos.
Panleucopenia felina: é uma das doenças virais mais difundidas e sérias dos gatos, sendo altamente contagiosa e transmitidas através do contato com animais doentes, ou objetos contaminados. Os sinais clínicos incluem febre, anorexia, vômitos, depressão e diarréia, e em filhotes contaminados no útero pode provocar incoodenação motora. É uma doença que provoca uma forte diminuição das células de defesa do organismo, podendo levar a uma alta taxa de mortalidade.
Clamidiose: é causada por um microorganismo intracelular que se multiplica nos epitélios oro nasal e da conjuntiva. Caracteriza-se por uma conjuntivite crônica e rinite moderada. Os sintomas iniciais são febre, secreção ocular, rinite e espirros.
Raiva: Doença viral com sintomas neurológicos que acomete todos os mamíferos. É transmitida pela saliva de animais contaminados (gatos, cães, etc), e pela mordida de morcegos hematófagos. Não há cura, e é de grande importância em saúde pública por ser transmitida a humanos. O agravante deve-se ao grande número de animais soltos nas ruas.
Vírus da leucemia felina: Trata-se de uma doença viral incurável, transmitida de um animal a outro principalmente através da saliva, porém mães portadoras do vírus são capazes de transmitir a doença através da gestação e da lactação. Tem como principal efeito a capacidade de causar imunossupressão, deixando o indivíduo vulnerável a qualquer tipo de infecção. Os achados clínicos mais comuns são: anemia, doença hepática ou intestinal, distúrbios reprodutivos e neoplasias.
Dermatofitose: É uma enfermidade infecciosa produzida por fungos, que afeta cães, gatos e também o homem (zoonose). A transmissão se dá através do contato direto com um animal contaminado, ou indireto, como casinha, cama ou locais freqüentados pelos animais. Afeta animais e pessoas de qualquer idade, porém com maior freqüência em jovens, idosos e animais com sistema imunológico deficiente. Os animais mais acometidos são aqueles de pelagem longa, principalmente os gatos persas, porém pode atingir qualquer animal.



















quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Guia oficial para dormir como um gato

Visitando a página BuzzFeed e amante de gatos não deu para me segurar. Tive que postar no blog. Para maiores informações acesse a página: http://www.buzzfeed.com/meganm15/o-guia-oficial-para-dormir-como-um-gato-3f0z

Os gatos são os campeões indiscutíveis da soneca. Chegou a hora de melhorar a sua performance ao estudar as técnicas deles.

Os gatos dormem, em média, 15 horas por dia. Isso é uma quantidade enorme de sono.

Os gatos dormem, em média, 15 horas por dia. Isso é uma quantidade enorme de sono.
Via imgur.com

É também uma enorme oportunidade para aperfeiçoar a arte de dormir. E perfeição esses gatos têm. Este é o seu guia para emular as técnicas mais complicadas dos felinos especialistas em dormir.

É também uma enorme oportunidade para aperfeiçoar a arte de dormir. E perfeição esses gatos têm. Este é o seu guia para emular as técnicas mais complicadas dos felinos especialistas em dormir.

1. O Avestruz.

Nível de dificuldade: 3
O Avestruz.
Basta enfiar o rosto em uma superfície conveniente.
Qualquer superfície serve, no entanto deve-se tomar muito cuidado para garantir que o praticante seja capaz de respirar enquanto estiver em repouso.
Empregando adereços, tais como um sapato humano fornece um suporte para a cabeça, bem como um relevo do posicionamento escondido da face. Esta é a formação mais avançada de O Avestruz.

2. O Contêiner

Nível de dificuldade: 4
O Contêiner
Encontre um recipiente e ajuste o seu corpo dentro de seus limites. Deve-se tomar muito cuidado para assegurar-se do tamanho e da segurança do aparelho. Pias são sempre muito recomendadas.
Quanto mais compacto o espaço, melhor.
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O pompom fofinho do rabo funciona perfeitamente como um lado criativo da linearidade da posição.
Pontos extra se você evitar que outro consiga dormir.
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3. A Obra em Grupo

Nível de dificuldade: 6
A Obra em Grupo
Coordenação é essencial para alcançar o sono em grupo.
Dormir de conchinha é sempre uma aposta certeira quando você for tentar um dueto.
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Deve-se tomar muito cuidado para não confundir os espectadores sobre qual membro pertence a qual gato.
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Totem e Redemoinho (demonstrados acima, da esquerda para a direita) são formações clássicas dos praticantes colaborativos.
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De vez em quando, o sono entre espécies é um desafio, mas é especialmente adorável, especialmente quando envolve pequenos humanos.
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4. O Atrevido

Nível de dificuldade: 8,5
O Atrevido
Encontre uma superfície sobre a qual você consegue cair no sono, tomando cuidado para pendurar uma parte do seu corpo para fora da mesma.
Um suave equilíbrio é necessário para manter essa posição e evitar uma queda de cara no chão.
E lembre-se: nunca se prive de decorar uma tela com o seu corpo para atingir o objetivo do sono.

5. O Contorcionista

Nível de dificuldade: 8
O Contorcionista
Encontre um espaço e faça-se caber no mesmo, independente do tamanho ou formato.
Se o espaço estiver totalmente aberto e somente houver o pé da mesa no seu caminho, enfie o pé da mesa embaixo do seu queixo para garantir uma postura ridícula.
Barras de segurança são excelentes recursos que você pode utilizar para posicionamento.
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Os membros podem ser utilizados para acentuar as irregularidades dos menores espaços. Isso é um sinal de um contorcionista realmente hábil.

6. O Rosto Adormecido

Nível de dificuldade: 10
O Rosto Adormecido
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Essencial para qualquer bom letárgico, o rosto adormecido é caracterizado pela língua visível e pela expressão esmagada.
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Os olhos podem estar abertos ou fechados, mas dormir com um dos olhos abertos é unanimemente a mais hilariante e aterrorizante maneira de se dormir.

7. O Capacho

Nível de dificuldade: 10
O Capacho
Provavelmente a mais audaz das posições para se dormir, O Capacho é impressionante pela sua exposição de penugem estomacal, assim como a atitude arrogante necessária para tal esparramada no meio de uma área de alta circulação.
Enquanto o gato Capacho está vulnerável a um pedestre distraído, ele também se encontra em posição de extrema vantagem para trincar os tornozelos dos transeuntes. Somente recomendado para profissionais do sono de alto nível.

E portanto, com esse novo conhecimento você pode enfrentar o mundo e dormir melhor do que nunca!

E portanto, com esse novo conhecimento você pode enfrentar o mundo e dormir melhor do que nunca!

Encontre um bom lugar para se esparramar (ou se encolher) e faça o seu melhor. Sem querer criar pressão nem nada, mas este cara vai estar observando.

Encontre um bom lugar para se esparramar (ou se encolher) e faça o seu melhor. Sem querer criar pressão nem nada, mas este cara vai estar observando.

DURMA COM OS ANJINHOS!

DURMA COM OS ANJINHOS!
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