quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

ALERGIA EM GATOS

Gatos podem sofrer de vários tipos de alergias. Um gato alérgico, geralmente possui mais de uma alergia. 15% de todos os gatos nos EUA sofrem de uma ou mais alergias.
As alergias dos gatos possuem causas semelhantes as causas de alergias humanas. 

Alergia respiratória

  • É causada por partículas em suspensão, como pólen, que irrita as vias aéreas e os pulmões.
  • Também podem ter como causa: fumaça, fumaça de cigarro, purificadores de ambiente em aerosol, perfumes. 
  • Podem causar descamação, pústulas, ou áreas ulceradas na pele, associadas aos sintomas asmáticos.
  • O teste para alergia respiratória é feito com Teste Intradérmico.
  • Também se faz uso de biópsia, em casos mais difíceis.
  • O Tratamento se faz com antihistamínicos e os casos mais severos com corticosteróides, que pode ter efeitos colaterais.


Alergia de contato

  • Se manifestam quando o gato tem contato prolongado com alguma susbstancia que não tolera. Como por exemplo:
  • Plantas, especialmente as de folhas oleosas, Limpa-tapete, madeira, poeira doméstica, jornais, carpetes, comedouros plásticos (acne felina), lã, alguns tecidos sintéticos, entre outros.
  • Sinais de contato com alérgeno: Dermatite, mudanças de pigmentação ou erupções na pele. Ocorrência mais comum no queixo, orelhas, dobras de pele, abdomen, sob as unhas, axilas e ao redor do ânus.





Alergias à drogas e medicamentos

  • Alguns gatos reagem mal a certas drogas como antibióticos e anestesia.
  • Medicamentos que podem causar erupções de pele: penicilina, tetraciclina, neomicina, vacina para panleucopenia.
  • Cada droga causa sintomas diferentes, e os sintomas diferem de gato para gato. Não há como predizer como um gato reagirá.
  • Antihistamínicos ou corticosteróides são usados para eliminação dos sintomas de alergia, após a parada do uso da droga.

Alergia à pulgas

  • A mais comum. Conforme o gato envelhece, a sua sensibilidade à picada de pulga aumenta.


Alergia à comida

  • Entre 5 e 10% das causas de alergias.. 
  • Assim como as alergias por contato, a alergia à comida se manifesta como dermatite e intensa coceira, mas em alguns casos pode ocorrer vômito e diarréia. 
  • Também pode apresentar oleosidade excessiva na pele, inflamação de ouvido ou queda de pêlo.
  • Gatos tem alergia alimentar, não tanto com relação as substâncias químicas preservativas, mas aos grãos, carne e laticínios usados na sua fabricação. 
  • A alergia à comida não aparece do dia para a noite. Pode levar de 1 a 10 anos de exposicão para ocorrer. Mais de 80% dos gatos com alergia alimentar ingeriu o alérgeno por mais de 2 anos.
  • Teste para alergia alimentar deve ser feito em gatos com qualquer sinal crônico de alergia, incluindo a Dermatite Miliar e Complexo Granuloma Eosinofílico. O teste é feito simplesmente oferecendo uma única fonte de proteína que o gato ainda não tenha comido antes.  Após 8 semanas já se pode dizer se o animal é ou não alérgico.
Complexo Granuloma Eosinofílico

  • O complexo granuloma eosinofílico é uma síndrome de 3 padrões de reação cutânea que acometem a pele, as junções mucocutâneas e a cavidade bucal dos gatos.As lesões ocorrem em resposta a uma alergia subjacente (mosquitos, ectoparasitas, alimentos, atopia) ou outros fatores imunomediados; acredita-se que bactérias, vírus, fatores genéticos e estresse desempenhem algum papel em certos casos. São observadas 3 formas distintas dessa síndrome: granuloma linear (colagenolítico), placa eosinofílica e úlcera indolente. Embora cada padrão de reação tenha diferenciações histológicas, pode ocorrer superposição entre padrões e alguns gatos podem apresentar-se com mais de uma forma. Por essa razão as 3 formas são agrupadas em um complexo. Não foi observada predisposição racial para qualquer das formas. Granuloma linear é mais comum em gatas jovens. Ùlceras indolentes são mais comuns em gatas de todas as idades. Os diagnósticos diferenciais primários para granuloma linear são granulomas bacterianos ou fúngicos, hipersensibilidades a insetos e neoplasia. Os diagnósticos diferenciais para placa eosinofílica são micoses sistêmicas, infecção por mycobacterium, demodicose, dermatose ulcerativa idiopática e neoplasia. Para a forma de úlcera indolente, devemos considerar como diagnósticos diferenciais herpesvirus, calicivírus, micoses sistêmicas, úlceras infecciosas, neoplasia e traumatismo.
  • Clinicamente a placa eosinofílica se apresenta como áreas elevadas e bem demarcadas de alopecia e ulceração, comumente na parte ventral do abdome e partes mediais das coxas. Já as úlceras indolentes são lesões circunscritas que ocorrem uni ou bilateralmente no lábio superior. E o granuloma linear se apresenta tipicamente como faixa de tecido alopécica e bem circunscrita, na parte caudal das coxas. Lesões relacionadas também podem ocorrer nos coxins podais, na laringe e na língua. Alguns gatos apresentam tumefação da parte inferior do queixo ou lábio. Frequentemente está presente linfadenopatia, e o prurido é variável.
  • A terapêutica envolve identificação da causa subjacente, uso de antibióticos, corticosteróides (é a mais utilizada)e em alguns casos, agentes imunomoduladores, suplementação com ácidos graxos e nos casos resistentes a corticosteróides a ciclosporina A. Pode ocorrer a cura espontânea das lesões em animais jovens e em casos de tratamento prolongado com corticosteróides pode-se provocar o aparecimento de diabetes melito. O prognóstico é bom, porém pode ocorrer recidiva caso não se consiga identificar a causa subjacente.

Dermatite Miliar

  • É caracterizada por pequenas lesões descamativas, pruriginosas e agrupadas, geralmente ao redor do pescoço. Pode ocorrer por micose, alergia à pulga, alergia alimentar, leucemia felina, doenças imuno-mediadas, entre outras. A causa mais comum dessa dermatite é a alergia à pulgas.
Dermatite Úmida

  • Ocorre quando uma área de tecido foi lesionada por prurido excessivo. Qualquer condição que cause prurido no animal, pode levar a uma dermatite úmida. Ela ocorre rapidamente e se expande para uma grande área de tecido. Pode ocorrer pioderma, que é a inflamação da pele.
  • As partes mais acometidas são os posteriores e os lados da cabeça.
  • Ela é muito dolorosa e requer tratamento imediato para evitar maiores complicações.


Vacinação em cães/Tabela

Vacina V8 e V10 - Protegem contra: Cinomose: doença causada por um vírus que é transmitido de um animal a outro através de secreções e fezes. Os sintomas são variados, podendo apresentar sinais respiratórios, digestivos e neurológicos. Os vírus permanecem por meses no ambiente. Infectam 50% dos cães não vacinados e possui alta taxa de mortalidade (90%). É uma das doenças mais graves aos cães e mais desagradáveis aos proprietários e aos M. veterinários, por existir poucas chances de cura e ser altamente contagiosa. Por outro lado, as vacinas são muito eficazes quando aplicadas no momento certo;
Hepatite Infecciosa Canina: doença causada pelo vírus adenovírus tipo 1 que causa lesões hepáticas (fígado) e endoteliais (intestino) generalizadas;
Adenovirus tipo 2: doença respiratória que pode resultar em pneumonia e broncopneumonia;
Parainfluenza: doença do trato respiratório superior que provoca secreção nasal, tosse e espirros;
Parvovirose: doença que afeta sistema digestivo, caracterizada por vômitos e diarréia geralmente hemorrágica. Afeta os cães de qualquer idade, porém com maior frequência e mortalidade em filhotes. Além dos sinais digestivos, também pode causar deficiência aguda do coração. As raças puras são mais susceptíveis e os filhotes mais vulneráveis, principalmente Rottweiller, Pit Bull, Pastor Alemão e outros;
Coronavirose: doença também de sistema digestivo, afetando cães de qualquer idade. Altamente contagiosa, sendo o vírus transmitido através do contato direto com as fezes infecciosas. Provoca diarréia com sangue e vomito;
Leptospirose L.canicola e L.icterohaemorrhagiae (v8) L. canicola, L.icterohaemorrhagiae, L.grippotyphosa e L.pomona (v10). É uma doença causada por bactérias, possuem varias cepas de acordo com algumas regiões mundiais. Ocorre em cães de todas as idades, com vários sinais clínicos e problemas renais. O rato é um vetor, eliminando as bactérias através da urina. A bactéria penetra na pele íntegra. Possui grande importância em saúde pública por ser transmitida a humanos (zoonose).
Vacina Anti-rábica: Previne o vírus da raiva e a primeira dose deverá ser aplicada a partir do quarto mês de vida e a revacinação deve ser anual ou seguindo as recomendações dos órgãos responsáveis em cada região. A Raiva é uma doença viral com sintomas neurológicos que acomete todos os mamíferos. É transmitida pela saliva de cães contaminados e pela mordida do morcego hematófago. Não há cura e é de grande importância em saúde pública por ser transmitida a humanos. O agravante deve-se ao grande número de animais soltos nas ruas.
Vacina Giardiavax: Protege os cães contra o protozoário Giárdia. Deve ser aplicada a partir do 2o mês de vida e deverá ter um reforço após 21 dias e anualmente. Pode ser aplicada junto à V8 ou V10. A giárdia é uma doença causada pelo protozoário Giardia lamblia que causa a síndrome da má-absorção e má-digestão, levando à desidratação, diarréia, perda de peso, dor abdominal, flatulência, perda de apetite, vômitos e letargia. É transmitida através da água, alimentos e pêlos de outros animais. É importante em saúde pública por ser transmitidas a humanos (zoonose).
Vacina Pneumodog ou Bronchiguard: Contra infecções respiratórias Traqueobronquite Infecciosa Canina: Também chamada de "tosse dos canis", é uma doença que acomete o sistema respiratório dos cães causado pela bactéria Bordetella bronchiseptica.Devem ser aplicadas duas doses com intervalo de 21 dias. Pode ser aplicada junto à primeira dose de V8 ou V10 e a revacinação deve ser anual.
Vacina Biocan: Protege os animais contra a dermatofitose, também conhecida como "tinha", causada pelo agente microsporum canis um fungo que é transmitido entre animais e humanos (zoonose).
Vacina Leishmaniose: Protege contra um protozoário que é transmitido aos animais e ao homem (zoonose) através da picada de um mosquito (mosquito palha) que esta disseminado em algumas regiões do mundo, inclusive no Brasil. É também conhecida como calazar. Tem uma grande importância em saúde publica, por ser transmitida aos humanos e principalmente porque os cães infectados tornam-se reservatórios, sendo fonte de contaminação a toda a família quando o mosquito que picar o animal doente picar uma pessoa. As vacinas ainda estão sendo difundidas aos poucos, em algumas regiões mais endêmicas

Calendário de Vacinação para cães (clique para ampliar):


Vacinação em gatos






















A vacinação do gatinho(a) deverá ser inicializada aos 60 dias de vida, salvo algumas exceções estabelecidas pelo Médico Veterinário, como desmame precoce, mãe com ausência de vacinação, entre outros, o qual podemos antecipar a vacinação. O filhote deverá estar saudável para o inicio da formação de anticorpos (primeira vacina) e esta avaliação deverá ser feita somente pelo médico veterinário. Vale lembrar que as vacinas éticas, ou seja, aplicadas pelo veterinário são vacinas de melhor qualidade, sendo tomadas todas as precauções de conservação, transporte e armazenamento, desde a produção até o momento da aplicação, além dos estudos constantes feitos por pesquisadores no intuito de atualizar com freqüência os antígenos vacinais. Além destes detalhes seu animalzinho será atendido por um profissional que o examinará e passará o melhor esquema de vacinação para que seu gatinho(a), viva saudável e por muito tempo. Se seu gatinho já é adulto, ele precisa de vacina mesmo assim, converse com o veterinário e ele te orientará. Lembre-se: Gatos também devem ser vacinados.
Escolha das vacinas: Após concluir que as vacinas éticas, ou seja, aquelas que são aplicadas e acompanhadas pelo M. veterinário, são as que conferem melhor proteção aos animais, e, portanto são as de melhor qualidade, resta escolher o melhor esquema de vacinação.
Vacina V3: Protege contra: rinotraqueíte, calicivirose e panleucopenia. O filhote deve receber essa vacina com 60 dias de vida, com revacinações a cada 21 dias até completar 3(três) doses, seguindo de uma revacinação anual.
Vacina V4: A mesma proteção da V3 adicionada de clamidiose. A primeira dose e as revacinações devem ser seguidas conforme a V3.
Vacina V5: A mesma proteção da V4 adicionada do vírus da leucemia felina. Esta vacinação é bem recomendada para gatos (as), que saem à rua, o que facilita o contato com gatos doentes, e a infecção pelo vírus. Recomenda esta vacinação em substituição a terceira V3 ou V4, ou como uma quarta vacina, seguida de uma revacinação anual.
Vacina anti-rábica: Previne o vírus da raiva e a primeira dose deverá ser aplicada a partir do quarto mês de vida e a revacinação deve ser anual ou seguindo as recomendações dos órgãos responsáveis em cada região.
Vacina para dermatofitose: Previne ou trata os fungos Microsporum canis, microsporum gypseum e trichophyton mentagrophytes. Para prevenção, recomenda-se 2 doses, com intervalo de 14 dias, seguido de uma revacinação anual. O animal poderá tomar esta vacina a partir do 3o(terceiro) mês de vida, e esta não poderá ser acompanhada de outra vacina ao mesmo tempo.

Doenças que as vacinas protegem

Rinotraqueíte viral felina: é causada por um herpesvírus, altamente contagioso, sendo responsável por 45% das infecções respiratórias felinas, os principais sintomas são espirros, febre, conjuntivite, rinite e salivação. O gatinho pode apresentar uma descarga nasal inicialmente serosa, que progride rapidamente em mucopurulenta, apresenta anorexia (falta de apetite), e possui uma taxa de mortalidade de 60% em filhotes.
Calicivirose felina: é responsável por outros 45% das infecções respiratórias em felinos, podendo ser encontradas infecções mistas, de calicivirose e rinotraqueíte, agravando ainda mais a doença. O calicivirus infecta as membranas das mucosas oral e do trato respiratório, tendo como sintoma característico a formação de úlceras na cavidade oral. Os outros sinais clínicos desta doença se assemelham aos da rinotraqueíte. A infecção pelo calicivírus pode potencializar outros agentes causadores de pneumonias, sendo fatal em alguns casos.
Panleucopenia felina: é uma das doenças virais mais difundidas e sérias dos gatos, sendo altamente contagiosa e transmitidas através do contato com animais doentes, ou objetos contaminados. Os sinais clínicos incluem febre, anorexia, vômitos, depressão e diarréia, e em filhotes contaminados no útero pode provocar incoodenação motora. É uma doença que provoca uma forte diminuição das células de defesa do organismo, podendo levar a uma alta taxa de mortalidade.
Clamidiose: é causada por um microorganismo intracelular que se multiplica nos epitélios oro nasal e da conjuntiva. Caracteriza-se por uma conjuntivite crônica e rinite moderada. Os sintomas iniciais são febre, secreção ocular, rinite e espirros.
Raiva: Doença viral com sintomas neurológicos que acomete todos os mamíferos. É transmitida pela saliva de animais contaminados (gatos, cães, etc), e pela mordida de morcegos hematófagos. Não há cura, e é de grande importância em saúde pública por ser transmitida a humanos. O agravante deve-se ao grande número de animais soltos nas ruas.
Vírus da leucemia felina: Trata-se de uma doença viral incurável, transmitida de um animal a outro principalmente através da saliva, porém mães portadoras do vírus são capazes de transmitir a doença através da gestação e da lactação. Tem como principal efeito a capacidade de causar imunossupressão, deixando o indivíduo vulnerável a qualquer tipo de infecção. Os achados clínicos mais comuns são: anemia, doença hepática ou intestinal, distúrbios reprodutivos e neoplasias.
Dermatofitose: É uma enfermidade infecciosa produzida por fungos, que afeta cães, gatos e também o homem (zoonose). A transmissão se dá através do contato direto com um animal contaminado, ou indireto, como casinha, cama ou locais freqüentados pelos animais. Afeta animais e pessoas de qualquer idade, porém com maior freqüência em jovens, idosos e animais com sistema imunológico deficiente. Os animais mais acometidos são aqueles de pelagem longa, principalmente os gatos persas, porém pode atingir qualquer animal.



















quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Guia oficial para dormir como um gato

Visitando a página BuzzFeed e amante de gatos não deu para me segurar. Tive que postar no blog. Para maiores informações acesse a página: http://www.buzzfeed.com/meganm15/o-guia-oficial-para-dormir-como-um-gato-3f0z

Os gatos são os campeões indiscutíveis da soneca. Chegou a hora de melhorar a sua performance ao estudar as técnicas deles.

Os gatos dormem, em média, 15 horas por dia. Isso é uma quantidade enorme de sono.

Os gatos dormem, em média, 15 horas por dia. Isso é uma quantidade enorme de sono.
Via imgur.com

É também uma enorme oportunidade para aperfeiçoar a arte de dormir. E perfeição esses gatos têm. Este é o seu guia para emular as técnicas mais complicadas dos felinos especialistas em dormir.

É também uma enorme oportunidade para aperfeiçoar a arte de dormir. E perfeição esses gatos têm. Este é o seu guia para emular as técnicas mais complicadas dos felinos especialistas em dormir.

1. O Avestruz.

Nível de dificuldade: 3
O Avestruz.
Basta enfiar o rosto em uma superfície conveniente.
Qualquer superfície serve, no entanto deve-se tomar muito cuidado para garantir que o praticante seja capaz de respirar enquanto estiver em repouso.
Empregando adereços, tais como um sapato humano fornece um suporte para a cabeça, bem como um relevo do posicionamento escondido da face. Esta é a formação mais avançada de O Avestruz.

2. O Contêiner

Nível de dificuldade: 4
O Contêiner
Encontre um recipiente e ajuste o seu corpo dentro de seus limites. Deve-se tomar muito cuidado para assegurar-se do tamanho e da segurança do aparelho. Pias são sempre muito recomendadas.
Quanto mais compacto o espaço, melhor.
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O pompom fofinho do rabo funciona perfeitamente como um lado criativo da linearidade da posição.
Pontos extra se você evitar que outro consiga dormir.
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3. A Obra em Grupo

Nível de dificuldade: 6
A Obra em Grupo
Coordenação é essencial para alcançar o sono em grupo.
Dormir de conchinha é sempre uma aposta certeira quando você for tentar um dueto.
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Deve-se tomar muito cuidado para não confundir os espectadores sobre qual membro pertence a qual gato.
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Totem e Redemoinho (demonstrados acima, da esquerda para a direita) são formações clássicas dos praticantes colaborativos.
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De vez em quando, o sono entre espécies é um desafio, mas é especialmente adorável, especialmente quando envolve pequenos humanos.
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4. O Atrevido

Nível de dificuldade: 8,5
O Atrevido
Encontre uma superfície sobre a qual você consegue cair no sono, tomando cuidado para pendurar uma parte do seu corpo para fora da mesma.
Um suave equilíbrio é necessário para manter essa posição e evitar uma queda de cara no chão.
E lembre-se: nunca se prive de decorar uma tela com o seu corpo para atingir o objetivo do sono.

5. O Contorcionista

Nível de dificuldade: 8
O Contorcionista
Encontre um espaço e faça-se caber no mesmo, independente do tamanho ou formato.
Se o espaço estiver totalmente aberto e somente houver o pé da mesa no seu caminho, enfie o pé da mesa embaixo do seu queixo para garantir uma postura ridícula.
Barras de segurança são excelentes recursos que você pode utilizar para posicionamento.
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Os membros podem ser utilizados para acentuar as irregularidades dos menores espaços. Isso é um sinal de um contorcionista realmente hábil.

6. O Rosto Adormecido

Nível de dificuldade: 10
O Rosto Adormecido
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Essencial para qualquer bom letárgico, o rosto adormecido é caracterizado pela língua visível e pela expressão esmagada.
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Os olhos podem estar abertos ou fechados, mas dormir com um dos olhos abertos é unanimemente a mais hilariante e aterrorizante maneira de se dormir.

7. O Capacho

Nível de dificuldade: 10
O Capacho
Provavelmente a mais audaz das posições para se dormir, O Capacho é impressionante pela sua exposição de penugem estomacal, assim como a atitude arrogante necessária para tal esparramada no meio de uma área de alta circulação.
Enquanto o gato Capacho está vulnerável a um pedestre distraído, ele também se encontra em posição de extrema vantagem para trincar os tornozelos dos transeuntes. Somente recomendado para profissionais do sono de alto nível.

E portanto, com esse novo conhecimento você pode enfrentar o mundo e dormir melhor do que nunca!

E portanto, com esse novo conhecimento você pode enfrentar o mundo e dormir melhor do que nunca!

Encontre um bom lugar para se esparramar (ou se encolher) e faça o seu melhor. Sem querer criar pressão nem nada, mas este cara vai estar observando.

Encontre um bom lugar para se esparramar (ou se encolher) e faça o seu melhor. Sem querer criar pressão nem nada, mas este cara vai estar observando.

DURMA COM OS ANJINHOS!

DURMA COM OS ANJINHOS!
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